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O pensamento dual para ter sucesso como futurista

É possível perceber os sinais do futuro? Os sinais daquilo que está por vir?

Essa é uma habilidade que os futuristas têm. Eles percebem e interpretam acontecimentos (sinais) que têm um grande potencial de disrupção e não são percebidos por estarem em uma circunstância marginal, ou seja, estão à margem.

A margem é aquele lugar onde há hackers experimentando coisas novas, acadêmicos testando suas ideias, tecnólogos construindo novos protótipos, e assim por diante.

Os futuristas buscam padrões iniciais (ou pré-tendências), à medida que pontos dispersos na margem convergem e começam a se mover em direção ao “mainstream”.

Sabendo que a maioria dos padrões aparentemente virá “do nada”, os futuristas então observam, esperam e testam alguns padrões no intuito de encontrar aqueles poucos que vão evoluir em tendências certas.

Cada tendência é um espelho no futuro, uma maneira de ver o horizonte do tempo. Isto é o trabalho de forecasting (previsão) dos futuristas:

Eles simultaneamente reconhecem padrões no presente e refletem como essas mudanças irão impactar o futuro para engajar ativamente alguém ou alguma organização na construção do que acontecerá a seguir – ou pelo menos para que não fiquem tão surpresos com o que os outros irão desenvolver.

No entanto, o forecasting é uma habilidade que pode ser aprendida, e um processo que qualquer organização pode dominar, segundo Amy Webb, autora do livro “The Signals Are Talking: Why Today’s Fringe Is Tomorrow’s Mainstream” (algo como “Os Sinais Estão Falando: Porque o Que Está na Margem Hoje é o Mainstream de Amanhã”).

No artigo que Amy publicou semana passada no MIT Sloan Management Review, ela explica um pouco dessas habilidades dos futuristas e porque a dualidade de pensamento é importante para ter sucesso na profissão.

Para Amy, uma empresa que consegue enxergar as tendências com antecedência suficiente para que possa agir, tem uma vantagem sobre as outras. Além disso, ela compreende melhor como a evolução em indústrias aparentemente desconectadas da sua irão afetá-la:

A maioria das organizações que acompanham as tendências emergentes são mais experientes em conversar e colaborar com aquelas que estão em outras áreas, no intuito de se planejarem com antecedência”.

Fonte: O Futuro das Coisas

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